Existências sentadas, quase conformadas. Haveria de ser a mesmice a eterna solução? Não. Há ainda os olhos que se encontram e a vontade de dizer sim. Há o sonho acordado, a utopia não sufocada e todo o desejo que nos pulsa, empurra, impulsiona, desperta o caminho que ainda existe, enfim. Mudaremos os planos, a ordem, os dias e as promessas. Trataremos da melhor parte que nos existe, apenas para compartilharmos, sorridentes, tudo aquilo que nos é possível ser. O amor? É uma revolução.